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O serial killer que matou as suas três antigas companheiras, Theodore Johnson, foi condenado a 26 anos de prisão. Os crimes teriam sido cometidos num período de 36 anos.

O último crime aconteceu no passado dia 14 de dezembro. Revoltado por a sua companheira, Angela Best, o ter abandonado por ter conhecido outra pessoa, Johnson matou-a com um martelo.

Depois do crime, tentou se suicidar numa linha de trem, mas, quase por milagre, sobreviveu. Ficou sem uma mão e sem uma perna, e foi descoberto pelas autoridades. Nesse momento, confessou o crime.

“O seu ataque a Angela Best foi sustentado, cruel e totalmente brutal. Ela sofreu uma morte inimaginável e terrível”, afirmou, na sentença, o juiz Richard Marks, citado pela BBC.

Esta é já a terceira vez que Theodore Johnson é condenado, sendo que foi libertado duas vezes depois de cometer dois crimes. O primeiro data de 1981, quando matou a sua mulher, atirando-a do 9.º andar.

Saiu da prisão três anos depois e, em 1993, estrangulou, com recurso a um cinto, a sua companheira da altura. Foi então internado num hospital psiquiátrico, e quando saiu conheceu Angela Best.

“Essas mortes repetitivas, que resultaram em três processos judiciais separados, são quase sem precedentes”, afirmou o juiz.